Quais são os desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil?

Quais são os desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil?

Os desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil é um dos assuntos que mais gera debate, devido ao posicionamento a ser tomado de acordo com a lei.

O vício em álcool e drogas está classificado em primeiro lugar no índice de vícios ao redor do mundo, principalmente, no Brasil.

 O tema envolve grandes desafios no tratamento de pessoas que sofrem com a dependência, uma vez que a mesma pode ser internada em casas de recuperação por vontade própria, ou, pela família.

 No entanto, a internação para tratamento, na maioria das vezes, é realizada contra vontade do paciente, o que pode interferir no processo de recuperação.

Os desafios para o tratamento de dependentes químicos

Por que o tratamento para dependentes químicos possui tantos desafios?

De acordo com o relatório de 2001, realizado pela OMS (Organização Mundial de Saúde), a dependência química está associada a distúrbios psiquiátricos.

No entanto, mesmo que a internet possibilite informações sobre a dependência química e como ela acontece, o tema ainda é motivo de preconceito entre a população.

É comum perceber que algumas pessoas tratam o tema com uma visão distorcida, onde associam o vício a uma má índole. Mas, o que poucos sabem é que o vício é uma doença que leva o indivíduo a ter um desvio comportamental, e agir de forma que não praticaria em sobriedade. 

Para que o tratamento para dependentes químicos seja realizado é preciso aceitar que o vício é uma doença, tanto o dependente, quanto a família do mesmo. Uma vez que o vício tem recuperação, basta aceitar e procurar o tratamento oferecido pelas clínicas de reabilitação para dependentes químicos.

Quais são os desafios para o tratamento de dependentes químicos no Brasil?

Confiram a seguir quais os desafios para tratamento de dependentes:

Negação

O primeiro desafio para o tratamento de dependentes químicos no Brasil, como mencionado acima, é o reconhecimento de que o vício é uma doença e que a pessoa precisa de tratamento, isso deve acontecer por parte do dependente e de sua família.

É mais frequente a negação por parte de pessoas que são viciadas em álcool, pois acreditam que não é um vício, que isso acontece apenas com quem consome substâncias químicas mais fortes, como as drogas.

No entanto, o álcool é uma droga lícita, a qual é vendida sem restrições no mundo inteiro, ou seja, basta ser maior de idade para poder comprar álcool sempre que desejar. Não é a toa que o vício em álcool está classificado em primeiro lugar.

Portanto, como o álcool é permitido, as pessoas que consomem de forma exagerada e acabam viciadas, possuem dificuldade em admitir que esteja doente pelo consumo de bebidas alcoólicas, e que precisa de ajuda para se livrar do vício, pois acredita que pode parar quando quiser sozinha.

No caso das drogas ilícitas, acontece do mesmo modo, mas com uma frequência bem menor, pois a pessoa com vício, quando deseja se recuperar, consegue compreender que está doente, e como o consumo das substâncias está prejudicando a sua vida.

Vergonha

O segundo desafio é a vergonha, pois muitos dependentes químicos não têm coragem de pedir ajuda de um profissional, ou de comentar sobre o assunto com uma pessoa próxima que poderia ajudá-lo.

Isso acontece muito, principalmente, quando o dependente já cometeu alguma infração, por exemplo.

No entanto, é preciso que, mesmo tendo errado, o dependente sinta que pode ser acolhido por alguém, a fim de aceitar procurar por ajuda profissional.

Financeiro

Em muitos casos o tratamento pode ser dificultado pelas condições financeiras, já que o mesmo depende de um local adequado com profissionais que auxiliem no tratamento e diminua as chances de retornar ao vício.

No entanto, existem casas de recuperação gratuitas que recebem auxílio do governo, mas é necessário de declarações econômicas que comprovem que o dependente não possui condições de pagar por tratamento.

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